Comissão de seleção

Coordenador de Programação

Daniel Queiroz nasceu em Belo Horizonte e começou a trabalhar com programação de cinema no CEC – Centro de Estudos Cinematográficos, na década de 1990. Foi Diretor de Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, programador do Cine Humberto Mauro, do Cine 104 e Diretor Artístico do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte. Ministra cursos e atua em projetos de distribuição, com a Embaúba Filmes. Participa da Semana desde 2013.


Bernardo Oliveira é professor adjunto da Faculdade de Educação/UFRJ, pesquisador, crítico de música e cinema. É produtor do selo musical QTV e do Quintavant, evento de música de vanguarda que ocorre semanalmente na Audio Rebel (Botafogo-RJ). Co-produziu os filmes Noite e Sutis interferências, de Paula Gáitan. Publicou em 2014 o livro Tom Zé – Estudando o Samba (Editora Cobogó).


Camila Vieira é jornalista e crítica de cinema. Doutoranda em comunicação e cultura pela UFRJ. Escreve críticas nas revistas eletrônicas Sobrecinema, Moventes e Multiplot. É integrante da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e da Associação Cearense de Críticos de Cinema (Aceccine).


Ela Bittencourt é crítica e curadora de cinema. Foi curadora do Foco Polônia na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, da retrospectiva do documentário polonês (Festival True/False e MoMI, Nova York) e da retrospectiva de Andrzej Żuławski (CineSesc SP e IMS-Rio). Seus artigos são publicados em diversas revistas internacionais, entre elas Film Comment, Frieze e Village Voice.


Fabio Andrade é doutorando em estudos de cinema pela Universidade de Nova York, é mestre em roteiro pela Universidade de Columbia, com bolsa CAPES/Fulbright, e bacharel em comunicação pela PUC-Rio. Desde 2007, é crítico na revista Cinética. Premiado em Brasília pelo desenho sonoro de Exilados do vulcão (2013), de Paula Gaitán, já trabalhou com Eryk Rocha e Bruno Safadi, entre outros. Dirigiu o curta Two Birds (2016).


Fabio Savino formou-se em comunicação UFRJ. Se especializou em pesquisa e direitos internacionais tendo trabalhado em mais de vinte festivais. Foi coordenador de produção de mostras dedicadas a diretores como Woody Allen, Yasujiro Ozu, Alfred Hitchcock, Straub‐Huillet e Jonas Mekas. Integrou a equipe de curadoria do Festival de Paraty e foi curador das mostras de Billy Wilder, Alexander Sokurov, Maurice Pialat e Abbas Kiarostami, entre outros. Em 2015 e 2016 foi diretor de produção da Semana.


Fernanda Taddei odeia escrever minibios. Acha importante citar o cinema na uff, as mostras do Brakhage, do Warhol e de Straub-Huillet para as quais trabalhou e os anos de trabalho com a Lis Kogan e os comitês de seleção na Curta Cinema como lugares de aprendizado e transformação. Há um ano é atriz no Teatro Oficina. O cinema segue presente, como afeto ou como refúgio. Há três semanas se tornou mãe de Lina, e esta minibio foi escrita entre uma e outra de suas minicólicas.


Geo Abreu é historiadora, produtora cultural e parte dos coletivos Mate com Angu e Núcleo Audiovisual Favela.


Janaína Oliveira é pesquisadora, doutora em história pela PUC-Rio e professora no Instituto Federal do Rio de Janeiro, onde coordena o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígena (NEABI). Realizou curadorias para festivais no Brasil, Cabo Verde, Burkina Faso e EUA. É curadora do Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul e professora visitante no Departamento de Estudos Africanos da Universidade de Howard (EUA). Faz parte da APAN. É coordenadora do FICINE, Fórum Itinerante de Cinema Negro.


Jordana Oliveira é pesquisadora e produtora. Mestre em comunicação na linha de pesquisa de Mídia e Cultura pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Sua pesquisa se concentra em questões que circunscrevem e atravessam os domínios do documentário contemporâneo brasileiro, do filme-ensaio e do cinema latino-americano. Membro da organização e da curadoria do Perro Loco 4 – Festival de Cinema Universitário Latino-Americano em Goiânia.


Karen Black, formada em cinema pela UFF,  é montadora, roteirista e dirigiu cinco curtas metragens. É uma das criadoras do cineclube Cachaça Cinema Clube, na produção e curadoria, e eventualmente realiza mostras e sessões especiais em parcerias com festivais. Colaboradora fiel e orgulhosa da Semana.


Lorran Dias dirigiu, escreveu e/ou montou curtas como Bad Galeto – No limite da morte (2017), Trópico Terrorista (2016), e trabalha com registros em vídeo dos movimentos de resistência do Rio de Janeiro pelo selo Anarca Filmes. Como assistente, participou dos filmes Praça Paris (2017) e Aterro (2018), entre outros. Foi programador e curador de mostras como Semana Cinerama e O audiovisual periférico e as múltiplas possibilidades de si, no Galpão Bela Maré.


Luana Cabral é graduada em cinema e audiovisual pela UFES e mestranda do Programa de Pós-Graduação em cinema e audiovisual da UFF. Co-dirigiu os documentários Os segredos que a cal esconde (2015) e 203 (2016). Atua nos departamentos de produção e direção em projetos audiovisuais e integra a equipe de curadoria do Festival de Cinema de Vitória desde sua 23a edição.


Marcelo Miranda é jornalista, pesquisador, crítico e curador. Escreve na revista Cinética.  Escreveu na Interlúdio, Filmes Polvo, Teorema, Filme Cultura, Revista de Cinema e Continente e nos jornais O Tempo, Estado de Minas, Estado de S. Paulo, Valor, Zero Hora e Folha de S. Paulo. Co-organizador de Revista de Cinema – Antologia (1954-57/1961-64). Mestre em Comunicação pela UFMG.


Mariana Cunha é pesquisadora na área de cinema e cultura visual em pós-doutorado (PNPD-Capes) na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. É doutora em cinema pela Birkbeck, University of London e foi curadora do Discovering Latin America Film Festival em Londres. Recentemente organizou o livro Space and Subjectivity in Contemporary Brazilian Cinema (Palgrave Macmillan, 2017).


Patricia Fróes estudou na Puc-Rio, na Central Saint Martins de Londres e na Universidade de Paris. Foi curadora do Festival de Curtas do Rio de Janeiro e é produtora executiva de documentários como O Gato de Havana (exibido nos festivais de Havana, Miami, Guadalajara e Rio, entre outros). Para TV, escreveu, dirigiu e/ou produziu séries como Peça Piloto (GNT/Globosat) e Musica.doc (VH1).


Patricia Mourão é doutora em cinema pela Universidade de São Paulo, com bolsa sanduíche na Columbia University. Programou mostras no Brasil e no exterior, entre as quais: Intégrale Andrea Tonacci (Cinéma du Réel, 2017), Visões da Vanguarda (CCBB, 2016), Cinema Estrutural (Caixa Cultural, 2015), Jonas Mekas (CCBB, 2013). Também atua como professora e já lecionou no IMS, MASP, MAM-SP e Instituto Tomie Ohtake.


Paulo Roberto é artista-visual e realizador audiovisual. Parceiro da produtora paraibana Extrato de Cinema, realiza trabalhos de consultoria em roteiros para cinema e telefilme, curadoria e júri de festivais. Tem de sua autoria os curtas-metragens documentais La Traz da Serra, Contracorrente, Olhar particular, MALHA e a ficção Stanley. Está em processo de desenvolvimento do roteiro do longa-metragem Facção.


Samuel Lobo é fazedor de filmes, cineclubista e realizador dos curtas Noite escura de São Nunca (Melhor curta pelo júri da crítica na Mostra de Tiradentes 2015) e O olho do cão (2017.


Talita Arruda atua desde 2009 nas áreas de curadoria, distribuição, programação e exibição de filmes nacionais. Atualmente coordena o projeto de distribuição Sessão Vitrine Petrobras, dentro da Vitrine Filmes.


Yasmin Thayná é cineasta e diretora formada pela Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu. Dirigiu Kbela, o filme, exibido em diversos festivais, entre eles Festival de Roterdã (sessão Black Rebels) e no FESPACO, em Burkina Faso. Dirigiu ainda Batalhas e a série Afrotranscendence. É fundadora da Afroflix, plataforma de distribuição de conteúdos audiovisuais produzidos por profissionais negros e pesquisadora de audiovisual no Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro.