DEBATE 33 – AFETOS DA TERRA QUE HABITO

Exibição

25 de maio de 2021 às 20h

Sobre

Debatedoras: Pamela Ohnitram (BXD EXISTE); Natália Lopes (PEQUENO SOL); Mel Fremiot (LINA). Mediação: Bella Tavares (curadoria)

Debatedores

Pamela Ohnitram - Bxd Existe

Estudante de publicidade, instrutora de mediação de tecnologias no audiovisual, montadora, atua como Cineclubista e foi curadora em alguns festivais. Faz Produção e exibição de filmes independentes através do Cineclube Xuxu ComXis na BXD.

Natália Lopes - Pequeno Sol

Fotógrafa, videomaker e ativista indígena. Sou natural de Parintins, Amazonas. Em honra e memória de meus ancestrais, há 3 anos criei o projeto Ancestralidade Visual, onde utilizo a arte do audiovisual para documentar, compartilhar e fortalecer a cultura e resistência do Povos Originários e Povos Tradicionais. Minha câmera é minha flecha e é com ela que eu luto ao lado dos meus parentes

Mel Fremiot - Lina

Nilopolitana, hoje moradora de Miguel Couto – N.I, Melise é produtora e cineasta na cena independente. Estudou na Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, a primeira escola de audiovisual da Baixada Fluminense. Em parceria com o Sesc Nova Iguaçu, co-idealizou o Cineclube Digital. Entre os anos de 2011 e 2013, foi promotora do Projeto Cinema Para Todos. Em 2012, passa a fazer parte da Porque Não Filmes, produzindo, co-roterizando e co-dirigindo alguns dos curtas do coletivo Baixadense. Idealizadora do Sarau Jovelina, por quatro anos (2015-2019) integrou a equipe de produção da Arena Carioca Jovelina Pérola Negra, localizada na Pavuna, Zona Norte da cidade.

Bella Tavares

Moradora do bairro de Austin, localizado na cidade de Nova Iguaçu. Bella Tavares atua no movimento cineclubista pelo Xuxu Comxis desde 2012 a partir de estudos e oficinas na Escola Livre de Cinema, produz filmes em seu território, estuda História na UFRRJ – Campus de Nova Iguaçu. Destaca que a arte de rua e a Escola Livre de Cinema refletem na sua formação e caminhada profissional. Sua pesquisa na UFRRJ fala sobre a importância do letramento audiovisual na Baixada Fluminense por meio de movimentos artísticos e culturais. Segue com o intuito de partilhar com a comunidade o poder das artes através da educação e das ações culturais, além de expressar em sua comunicação o valor da memória para construção de novas narrativas.