OCCIDENTE

15′ | 2014 | 16mm/HD | Brasília, DF

Direção

Ana Vaz
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SINOPSE

Antiguidades tornam-se conjuntos de jantar reproduzíveis, aves exóticas tornam-se uma moeda de luxo, exploração torna-se turismo de esportes extremos, monumentos tornam-se dados terrestres. Um filme-poema de uma ecologia de sinais traçando uma história colonial que se repete: celebrações e relações de poder, objetos e fetiches, raízes e troncos, poder e classe numa busca para encontrar o seu lugar, o seu lugar ao redor da mesa.

CLASSIFICAÇÃO

Livre

EXIBIÇÃO

02 a 09 de março de 2021

FICHA TÉCNICA

COMPANHIA PRODUTORA: École Supérieure Nationale des Beaux Arts de Lyon, Le Fresnoy – Studio National des Arts Contemporains

PRODUÇÃO: Ana Vaz

ROTEIRO: Ana Vaz

FOTOGRAFIA: Ana Vaz

SOM: Louis Henderson

MONTAGEM: Ana Vaz

EDIÇÃO DE SOM: Ana Vaz

COM: Lis Andrea de Melo, Silvia Caetano, Hugo Costa, Gabriel Abrantes, Alexandre Abrantes

PRÊMIOS:
Grand Prize, Media City Film Festival, Windsor, Canada, 2015.
Grand Prize/Prêmio Principal, Fronteira Film Festival, Goiânia, Brazil, 2015.
Jury Prize, Composition of Sound/Image, Semana do/as Realizadore/as, Rio de Janeiro, Brazil, 2015.
Honourable Mention, Onion City Film Festival, Chicago, United States, 2016.
Jury Mention, Play-doc Festival, Galicia, Spain, 2016.

CONTATO: anagabriellavaz@gmail.com / Website: www.vimeo.com/anavaz

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Ana Vaz

MINI-BIO

Natural de Brasília. Artista visual e cineasta, graduada pelo Royal Melbourne Institute of Technology, Austrália (2009), e mestre em Cinema e Artes Visuais pelo Le Fresnoy Studio des Arts Contemporains, Tourcoing, França (2013). Seus filmes, publicações, performances e videoinstalações refletem sobre a relação entre cinema e linguagem e especulam sobre as relações entre mito e história, eu e outro através de uma cosmologia de referências e perspectivas. Exibições recentes de seu trabalho incluem NYFF, TIFF, Courtisane, Cinéma du Réel (Grand Prix) e focos específicos dedicados ao seu trabalho nos Flaherty Seminar (USA) e no Doc’s Kingdom (Portugal). Seu trabalho foi apresentado em importantes mostras coletivas, como a Bienal de Arte Jovem de Moscou e a Dhaka Art Summit. Em 2015, recebeu o prêmio Kazuko Trust concedido pela Film Society of Lincoln Center em reconhecimento à excelência artística e inovação em seu trabalho de imagem em movimento. Ana Vaz também foi membro da SPEAP (School of Political Arts), projeto dirigido por Bruno Latour.